sexta-feira, novembro 18, 2005


Aldrabas e Fechadura da porta da Igreja da Misericórdia em Monsaraz

4 comentários:

oasis dossonhos disse...

meu caro António Caeiro,
Agradeço as suas palavras e venho dizer-lhe que já tinha visto a sua visita no blog da associação Aldraba, da qual sou presidente da direcção.
Com muito gosto o visito, até porque além de considerar que o conhecimento deve ser partilhado, as imagens dos elementos que partilha neste blog são muito belos.
Depois, o sentir que começa a aparecer e a desenvolver-se uma consciência cívica em torno deste património "invisível" deixa-me feliz, porque já não sou o "maluco" isolado que deseja que as velhas aldrabas e batentes não se percam, coisa sem interesse para muitos, porque também ignorantes, porque nunca houve autarca, professor, individualidade local que ensinasse a amar o património. E quando não se ama, perde-se. Só estimamos o que conhecemos e aprendemos a gostar...
É claro que já sou "fan" do seu trabalho, talvez silencioso, é certo, mas agora venho dar-lhe um grande abraço e em breve no meu blog "águas do sul" falarei do seu trabalho de recolha que é uma maravilha.
Bem Haja, António, e se, permita-me a ousadia, quiser juntar-se a este grupo de quase 100 sonhadores que no final de Abril deste ano, há cerca de 6 meses, fundaram este projecto, será muito benvindo.
O essencial, porém, é que continue a mostrar-nos estes utensílios e se possível, se não se importa a sugestão, tentar saber as estórias que o objecto sabe: quem o fez, de que material é feito, quem o comprou e o pôs ali, para anunciar alegrias e tristezas, etc, etc.
Gandabraço
Luís Maçarico

António Caeiro disse...

Obrigado pela visita e pelas palavras que nos dão ainda mais força para continuarmos com este projecto.
Um grande abraço e é claro que já sou visitante assíduo dos blogues: http://aguasdosul.blogspot.com/ ; http://aaldraba.blogspot.com/ .
António Caeiro

soslayo disse...

António Caeiro, concordo plenamente com o que diz o Luís Maçarico este é um património que não devemos deixar cair mas sim perpetuá-lo ao longo da história.

José Rasquinho disse...

Um bom registo de um belo exemplar!
É sempre com prazer que vejo estas preciosidades!
Um abraço.